Os habitantes da região de Puerto Indio, distrito de Mbaracayú, no Paraguai, reivindicam um asfaltamento de um trecho de 60 quilômetros, que liga a supercarretera com o Lago de Itaipu.

Neste setor estão instalados os escritórios de Aduanas e Migrações e funciona o serviço de balsas, principalmente para o transporte de grãos produzidos nos distritos da zona norte do Alto Paraná, parte de Canindeyú e parte de Caaguazú.

O projeto para o asfalto ou pavimentação vem sendo apresentado há mais de 15 anos e ainda não foi atendido pelas autoridades, segundo informa o atual intendente da comunidade, Edir Lermer.

Durante o governo de Nicanor Duarte Frutos for feito com um acordo com o município brasileiro vizinho, Santa Helena, que encarregou da elaboração do projeto executivo para as obras, com um custo de 500 mil reais (aproximadamente 950 milhões de guaranis).

No entanto, não houve avanço durante o mandato de Fernando Lugo. Com a lei 4360, foi autorizada a realização de obras viais neste trecho e também no trecho Naranjal-San Cristóbal pelo sistema de concessão.

Somente em Mbaracayú os trabalhos teriam um custo de 35 milhões de dólares e segundo Lermer, o então presidente Lugo expressou que o custo era muito elevado.

Quando Federico Franco assumiu a presidência do Paraguai, solicitou um novo projeto executivo para a pavimentação da estrada. O documento técnico custou 400 milhões de guaranis e foi pago por colonos da região. Com a nova mudança de governo, o projeto novamente ficou parado.


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No último dia 23, a prefeitura do distrito de Minga Porã - situado na zona norte do Alto Paraná, no Paraguai -  firmou um acordo permitindo a cessão de uma sala de um imóvel de propriedade do município. O empréstimo beneficia o Ministério da Defesa Pública do Paraguai para a instalação da Defensoria Pública da cidade.


No ato, estavam presentes o intendente municipal de Minga Porã, Clementino Portillo Ortiz, a defensora geral Dra. Noyme Yore Ismael, o diretor geral de infraestrutura e TICs, Germán Fatecha, o diretor de infraestrutura e logística, Vicente Giardina, a defensora pública Karina Vázquez, o presidente da Junta Municipal, Walter Espinola, entre outras autoridades locais, funcionários da defensoria da cidade e moradores do distrito.


O convênio de cooperação entre a Municipalidade de Minga Porã e o Ministério da Defesa Pública terá vigência de 20 anos, pode ser renovado com um novo acordo entre as partes após este período.


O terreno está situado nas ruas Emiliano R. Fernández e Niños Martires de Acosta Ñu, no piso térreo do edifício reconhecido como Lote Nº 32-D. A sala a ser utilizada pela Defensoria Pública possui 10,20 metros de frente, 5,60 metros de largura e 3 metros de altura.