
Os
benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram
reajustados para aposentados e pensionistas que recebem acima de um
salário mínimo. No Diário Oficial da União desta segunda-feira (12), os
ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores
serão corrigidos em 6,23%, percentual referente ao Índice Nacional de
Preços ao Consumidor (INPC).
Com a Portaria nº 13, o teto desses
benefícios, ou seja, o valor máximo a ser pago, passa a ser R$ 4.663,00.
Segundo o Ministério da Previdência, 177.270 benefícios que antes
estavam na faixa de R$ 724,00 a R$ 741,79 serão equivalentes ao salário
mínimo.
No caso do salário-família, o valor pago
por filho ou equiparado, com idade até 14 anos, será R$ 37,18 para os
segurados que tenham remuneração mensal que não ultrapasse R$ 725,02.
Para quem tem renda superior a esse valor ou recebe até ou menos que R$
1.089,72, o valor reajustado será R$ 26,20.
Outro benefício que está na portaria é o
auxílio-reclusão, pago aos dependentes de segurados presos em regime
fechado ou semiaberto. Poderão receber o auxílio os dependentes daquele
segurado que tem salário de contribuição igual ou inferior a R$
1.089,72. Com a publicação, os novos valores já estão em vigor.
Autor: www.cearaagora.com.br
Fonte: www.cearaagora.com.br
O
Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que sinaliza a
perspectiva para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, e mede o nível
de atividade, tem queda de -0,26% em outubro, segundo dados
dessazonalizados divulgados nesta segunda-feira (15). No comparativo anual, o índice recuou 0,87%, registrando 146,41 pontos no mês.
No acumulado de 2014, o IBC-Br registra baixa de 0,09% e, em 12 meses, registra expansão de 0,26%.
Segundo
os dados observados, a atividade teve crescimento de 0,81% no décimo
mês do ano, na base mensal, e recuou -1,18% ante o mesmo período de
2013. Em todo o ano de 2014, a atividade caiu -0,12%.
Fonte: Último Instante
O cenário de incerteza do agronegócio - com a safra brasileira de grãos ainda sendo plantada e preços das commodities em queda - pode levar o setor a perder, em 2015, um de seus vários rótulos: o de sustentador do Produto Interno Bruto (PIB).
No entanto, especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias
em tempo real da Agência Estado, ainda divergem sobre o tamanho do
impacto da cadeia agropecuária no PIB brasileiro no próximo ano.
A avaliação é de que a provável perda de renda do setor possa ser
superada pela safra também recorde do País, o aumento da demanda global
por alimentos, com destaque à proteína animal, bem como uma correção
cambial, o que favoreceria as exportações em 2015.
Esses fatores freariam, ao menos em parte, o viés negativo que a maior
oferta das principais commodities pode trazer, principalmente após a
supersafra norte-americana. Além disso, o agronegócio deve seguir líder
em competitividade e produtividade em relação aos outros setores da economia brasileira.
"A renda (do produtor) cairá, mas o PIB do agronegócio não
necessariamente recuará, porque a variação de quantidade (produzida)
será maior em 2015 e isso influencia muito. E o agronegócio ainda
continua sendo muito bom (em termos de competitividade) comparativamente
com o resto", disse Amaryllis Romano, sócia da Tendências Consultoria.
Para a economista, o clima pode trazer o impacto negativo, mas o
câmbio, com a alta do dólar, deve ampliar a já elevada competitividade
do País.
O coordenador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada
(Cepea) e professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
(Esalq/USP), Geraldo Sant'Ana de Camargo Barros, segue a mesma linha de
Amaryllis e avalia que o PIB do agronegócio deverá contribuir
positivamente para o crescimento da economia do País em 2015, na esteira
de um crescimento menor dos demais setores econômicos.
"Não se vislumbra uma recuperação significativa da indústria. Por um
lado, a produtividade vai mal e, por outro, o consumidor está
endividado; e, finalmente, o governo não dispõe de recursos para
incentivar sua demanda", exemplificou.
Levantamento do Cepea/Esalq e da Confederação da Agricultura e Pecuária
do Brasil (CNA) divulgado em outubro apontou que o PIB do agronegócio
acumulou alta de 1,9% nos primeiros sete meses de 2014, enquanto o PIB
brasileiro está próximo a zero.
A alta acumulada foi puxada pela produção agropecuária, com aumento de
4,23%, pelos insumos, com 1,78%, e pela distribuição, com crescimento de
1,56% entre janeiro e julho de 2014. O aumento só não foi maior por
conta justamente da agroindústria, que recuou 0,02% no período.
Sem fatores "relevantes estimulando o agronegócio", Barros supõe que,
por conta do aumento da produtividade, o setor "siga crescendo a uma
taxa anual média de 3,5% ao ano, que é o valor esperado para 2015". Já a
agropecuária, considerada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) na apuração do PIB, deve avançar 4%, desde que
ponderadas as incertezas climáticas, na avaliação do coordenador do
Cepea.
Menos otimista, o diretor de pesquisa econômica da GO Associados, Fábio
Silveira, espera um crescimento modesto para o PIB da agropecuária em
2015, com um impacto pequeno, mas positivo no PIB oficial do País.
Na mesma linha, o PIB do agronegócio, que considera os setores "fora da
porteira" - insumos, distribuição e agroindústria - "não deve ter
desempenho equivalente em 2015", segundo Silveira, mas também
contribuirá positivamente em uma economia que deve crescer apenas 1,3%
no próximo ano, na avaliação da GO Associados.
De acordo com Silveira, a desvalorização cambial deve repor a perda de
renda com os preços menores de grãos e ainda ajudar a indústria a
recuperar um papel mais proativo no PIB brasileiro no próximo ano. "O
agronegócio vai perder muito do charme em 2015. A indústria pode
resgatar a força, por conta da desvalorização cambial, e empurrar
produtos para mercados que mostram dinamismo, como o norte-americano e
alguns da América do Sul, como Colômbia, Peru e, talvez, Argentina",
comparou.
Após um levantamento do Programa de Pesquisas em Agronegócios da
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto
(AgroFEA), da USP, apontar que o índice de confiança do produtor
agrícola bateu o recorde negativo em outubro, o coordenador do programa,
Roberto Fava Scare, é totalmente pessimista quanto ao crescimento do
setor em 2015.
Ele minimiza os efeitos do dólar no setor e lembra que a alta recente
na moeda norte-americana impactou o custo das lavouras, pois ocorreu na
época da compra dos insumos. "Se essa mudança de patamar do dólar, de R$
2,20 para R$ 2,50, persistir até a comercialização da safra, ainda será
muito pouco", diz. Ele destaca que o recuo dos preços das commodities
foi maior. Scare cita ainda as desacelerações previstas para o mercado
chinês, principal destino do grão brasileiro, e também para o mercado
interno. "O que pode segurar um pouco é o mercado de proteína animal,
cuja produção tende a crescer. Essa contribuição do agronegócio para
sustentar a economia brasileira nos últimos 10 anos não será igual em
2015", concluiu.
Fonte: EXAME.com
por Fernando Figa
Integracao89.com
O Banco Mundial divulgou a edição anual do ranking denominado "Doing Business", que é uma referência mundial sobre a competitividade dos países pela facilidade ou dificuldade que eles encontram para o desenvolvimento de negócios.
De acordo com o estudo, o Paraguai é o segundo país do Mercosul com melhor clima para realizar negócios, superando Brasil e Argentina, que se encontram abaixo dos cem primeiros países do ranking.
Desta forma, o Paraguai manteve sua posição, ficando na posição número 92 da lista.
Mudanças
Na nova metodologia para calcular a classificação dos países, o Banco Mundial prioriza a pontuação denominada distância fronteira, que mede em uma escala de 0 a 100, sendo 100 a melhor nota. A proximidade de um país, em relação à nação, a proximidade de um país em relação à nação com melhor qualificação.
A Bolsa de Valores de São Paulo abriu as negociações desta terça-feira
operando em alta. O Ibovespa, indicador mais importante sobre o desempenho
médio das cotações das ações negociadas na bolsa brasileira, operava com alta
de 2,39% às 10h32. O valor representa uma recuperação do índice, que havia
encerrado com perdas de 2,77% na véspera. Investidores seguem aguardando a
divulgação acerca dos novos nomes da equipe econômica que integrará o próximo
governo da presidente Dilma Rousseff (PT), reeleita no último domingo.
As ações das estatais, que vinham sofrendo quedas durante as
eleições, amanheceram com variação positiva nesta terça. As ações PN da
Petrobras integravam o quadro das principais altas às 10h34, com alta de 4,05%.
As ações ON da estatal também subia, com variação positiva de 3,88% às 10h33.
As ações da Eletrobras também seguiam em alta, subindo 3,39%.
Outras ações em alta eram as da Eletropaulo, com alta de
4,12% nas ações PN, da Gol, com alta de 3,99% nas ações PN, da Oi, com alta de
3,77% nas ações PN e Bradesco, com alta de 3,74% nas ações PN.
Quem liderava o quadro de quedas era a empresa de celulose e
papel Fibria, com recuos de 3,39% nas ações ON. Em seguida, as ações da também
empresa de papel Suzano perdiam 2,16%. Klabin recuava 1,88%, Santander caía
1,32% e Embraer apresentava variação negativa de 0,73%.
Wall Street opera com
indicadores em alta
Na Bolsa de Valores de Nova York, o mercado abriu com leves
variações positivas. Às 11h04, o índice
Dow Jones, que representa o valor avaliado das 30 principais ações industriais
que passam pela Bolsa de Nova York, operava com variação de 0,07% aos 16.817
pontos. O S&P 500, que representa o valor avaliado de 500 grandes empresas,
não apresentava variação aos 1.961 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq subia
0,05% aos 4.485 pontos.
Fonte: Jornal do Brasil
As ações das estatais Banco do Brasil, Eletrobras e
Petrobras e os papéis dos bancos Bradesco e Itaú Unibanco despencavam
nesta segunda-feira (27), após a presidente Dilma Rousseff (PT) vencer a
disputa contra Aécio Neves (PSDB) e conquistar a reeleição.As cinco
empresas que pertencem ao chamado "kit-eleição" têm grande peso sobre o
Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira.
O efeito já tinha sido sentido no início do mês, quando o Ibovespa teve a maior retração desde 3 de fevereiro, quando registrou desvalorização de 3,13%.Foram
as ações preferenciais da Petrobras (sem direito a voto) que guiaram as
perdas do índice. Por volta das 11h55 desta segunda-feira (27), as
preferenciais da Petrobras (PETR4), com prioridade na distribuição de
dividendos, recuavam 12,15%, a R$ 14,32. As ações ordinárias (PETR3),
com direito a voto, perdiam 11,72%, a R$ 13,86.
Os papéis ordinários da Eletrobras (ELET3) caíam
11,68%, a R$ 5,37. O Banco do Brasil (BBAS3) tinha perdas de 6,41%, a R$
24,10. Bradesco (BBDC4) recuava 4,67% a R$ 32,08, e o Itaú (ITUB4)
tinha desvalorização de 5,28%, a R$ 31,40.
Recibos de ações brasileiras também registraram
expressiva desvalorização na manhã desta segunda no mercado de ativos
latino-americanos da Bolsa de Madri, o Latibex, e nas bolsas de Nova
York e Frankfurt. Apesar de os preços negociados em Madri terem
correlação com os valores praticados em São Paulo, é preciso destacar
que a baixa liquidez vista no mercado espanhol pode distorcer preços.
Entre os demais mercados internacionais com ativos
brasileiros, ainda não há negócios nesta manhã com os recibos da Vale
negociados na Bolsa de Paris e não houve transações com ativos da Vale
na Bolsa de Hong Kong, onde o pregão já foi encerrado.
Fonte: Correio 24 Horas