O Governo do Estado inaugurou nesta terça-feira (3), em Cascavel, a quinta unidade do Serviço Integrado de Saúde Mental do Paraná (SIMPR), um espaço especializado no atendimento às pessoas com sofrimento, transtorno mental e dependência química. A implantação do novo serviço é a grande aposta do governo estadual para fortalecer a rede de saúde mental na região, que reúne 25 cidades e 536 mil habitantes.
A unidade de Cascavel funcionará a partir de segunda-feira (9) em um antigo seminário de 30 mil m², no bairro Braz Madeira, que foi inteiramente reformado para oferecer conforto e segurança aos pacientes. Além do prédio de atendimento clínico e acolhimento (2 mil m²), os pacientes terão à disposição duas quadras poliesportivas, cancha de bocha, pista de caminhada, bosque e pomar.
“Este é mais um exemplo das ações do governo para promover a interiorização e a regionalização da saúde. Este centro é uma experiência inovadora no tratamento da saúde mental e atendimento de dependentes químicos. Fruto da boa parceria com Estado com os municípios”, disse o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto.
Para o secretário chefe da Casa Civil do Paraná, Eduardo Sciarra, são ações como essa que mostram como o governo dá atenção prioritária à saúde. “Estamos aqui para celebrar este importante investimento do Estado, município e governo federal, cientes de que o papel do governo é levar serviços de qualidade à população”, afirmou Sciarra. “A saúde é um exemplo de bons indicadores, com resultados que podem ser medidos”, disse ele.
24 HORAS – Caputo Neto explicou que o Serviço vai oferecer, em um mesmo local, tratamento ambulatorial e assistido 24 horas. Desta forma, o paciente terá acesso a uma assistência integral, de acordo com suas necessidades clínicas”, explicou.
No prédio principal, uma ala será destinada ao acompanhamento de saúde e reinserção social dos pacientes por meio de atividades terapêuticas. Neste espaço também haverá atendimento a pacientes em crise, podendo oferecer acolhimento noturno por um período máximo de 14 dias.
A outra ala é dedicada à oferta de moradia temporária a pacientes em tratamento da dependência de álcool, crack e outras drogas. O serviço também deverá apoiar o paciente na busca de emprego, estudo e alternativas de moradia. O período máximo de acolhimento é de seis meses.
“A intenção é que as equipes multiprofissionais do serviço atuem de forma integrada, potencializando os resultados do tratamento do paciente. Este diálogo constante também deverá acontecer com as equipes municipais, responsáveis por grande parte dos encaminhamentos”, informou o diretor da 10ª Regional de Saúde, Miroslau Bailak.
Fonte: Agência Estadual de Notícias
Portaria do Ministério da Saúde, publicada hoje (15) no Diário Oficial
da União, libera R$ 8,4 milhões para ações de atenção à saúde de
usuários de drogas que vivem nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul.
De acordo com a portaria, foram contemplados os municípios de Macapá (AP), Aparecida de Goiânia (GO), Marmeleiro (PR), Toledo (PR), Augusto Pestana (RS), Canoas (RS), Pelotas (RS), Santa Cruz do Sul (RS) e São Lourenço (RS).
Segundo o texto, o Fundo Nacional de Saúde adotará medidas necessárias para transferência do montante estabelecido para os fundos estaduais e municipais de Saúde, de forma regular e automática, em parcelas mensais.
Dados do Ministério da Saúde indicam que a Rede de Atenção Psicossocial conta atualmente com 2.129 Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Eles atendem pessoas com transtornos mentais e necessidades de saúde decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas. Juntos, eles têm capacidade para realizar 43,1 milhões de atendimentos por ano.
Nestes locais, o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência médica e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde, podendo contar com acolhimento noturno nos estabelecimentos, que funcionam 24 horas.
Segundo o ministério, além dos Caps a rede pública de saúde mental conta atualmente com 274 serviços residenciais terapêuticos, que recebem recursos mensais do governo federal para custeio, 60 unidades de acolhimento e 800 leitos em enfermarias de saúde mental de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com a portaria, foram contemplados os municípios de Macapá (AP), Aparecida de Goiânia (GO), Marmeleiro (PR), Toledo (PR), Augusto Pestana (RS), Canoas (RS), Pelotas (RS), Santa Cruz do Sul (RS) e São Lourenço (RS).
Segundo o texto, o Fundo Nacional de Saúde adotará medidas necessárias para transferência do montante estabelecido para os fundos estaduais e municipais de Saúde, de forma regular e automática, em parcelas mensais.
Dados do Ministério da Saúde indicam que a Rede de Atenção Psicossocial conta atualmente com 2.129 Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Eles atendem pessoas com transtornos mentais e necessidades de saúde decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas. Juntos, eles têm capacidade para realizar 43,1 milhões de atendimentos por ano.
Nestes locais, o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência médica e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde, podendo contar com acolhimento noturno nos estabelecimentos, que funcionam 24 horas.
Segundo o ministério, além dos Caps a rede pública de saúde mental conta atualmente com 274 serviços residenciais terapêuticos, que recebem recursos mensais do governo federal para custeio, 60 unidades de acolhimento e 800 leitos em enfermarias de saúde mental de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Catve
Uma proteína encontrada na beterraba poderia ser usada para substituir o sangue humano, de acordo com pesquisadores suecos.
A
hemoglobina vegetal presente no legume é similar à hemoglobina presente
no sangue humano. A proteína, que confere ao sangue a sua cor
avermelhada, tem como função principal transportar oxigênio para os
tecidos.
A equipe
da Universidade de Lund, na Suécia, está investigando se seria possível
modificar a substância da beterraba para que ela possa ser absorvida
pelos tecidos humanos.
Os
cientistas dizem acreditar que isso pode ser conseguido dentro de três
anos. Um especialista ouvido pela BBC, no entanto, comentou que apesar
de "animador", o estudo só deve trazer resultados concretos "no longo
prazo".
Os
suecos basearam seu estudo em um trabalho anterior, publicado pela
revista científica Plant & Cell Physiology, que concluiu que a
hemoglobina vegetal tinha um papel fundamental no desenvolvimento da
planta.
Um dos
integrantes da equipe, Leif Bulow, disse que o objetivo do grupo era
encontrar uma solução para o problema da escassez de sangue.
O sangue
produzido a partir da proteína da beterraba poderia ser usado, por
exemplo, em transfusões de emergência (por exemplo, em pacientes que
perderam muito sangue após um acidente) ou em tratamentos para câncer e
doenças do sangue.
Similaridade
Durante o
estudo, a proteína da planta se comportou de maneira similar à
hemoglobina encontrada no cérebro - e apresentou uma estrutura similar,
acrescentou Leif Bulow.
Nelida
Leiva, que chefiou a pesquisa na Universidade de Lund, disse que a
proteína da planta tem entre 50% e 60% de similaridade com a hemoglobina
encontrada no sangue humano, mas é mais "robusta".
Ela
disse que o trabalho levanta duas possibilidades: adaptar a proteína da
planta para uso em humanos e usar plantas para produzir hemoglobina
humana.
O
próximo passo, diz a equipe, seria modificar a proteína da planta para
ver se ela seria aceita por porcos e, depois, por tecidos humanos.
Comentando
o estudo sueco, o cientista britânico Denis Murphy, chefe de Genômica
na University of South Wales, em Cardiff, País de Gales, disse à BBC: "O
estudo é bom, baseado em ciência feita com rigor, e descreve uma
descoberta importante".
"Embora
saibamos há várias décadas que plantas produzem proteínas similares à
hemoglobina, esse estudo mostra que (essas proteínas) são mais comuns e
estão envolvidas em mais processos fisiológicos do que pensávamos".
Ele
acrescentou, no entanto, que a ideia de usar essa proteína para
substituir a hemoglobina humana era especulação, algo possível muito a
longo prazo.
Fonte: TopNews
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, recebeu alta neste domingo (9/11) do hospital de Buenos Aires onde ficou internada por uma semana com um quadro de sigmoidite, uma infecção da parte do cólon chamada sigmoide, mas deverá ficar em repouso por mais dez dias.
A alta foi comunicada por um boletim médico assinado pelos médicos Marcelo Ballesteros e Daniel Fernández. Segundo o informativo, a governante "apresenta boa evolução".
A equipe médica ressaltou que a governante "continua com tratamento antibiótico, dieta especial, repouso e controle evolutivo" na residência presidencial de Olivos, nos arredores de Buenos Aires.Foi recomendado que a governante "não realize viagens por dez dias". A orientação médica de não viajar impedirá a presidente argentina de estar presente na cúpula do G20, que será realizada nos dias 15 e 16 em Brisbane, na Austrália.
A saída da governante do hospital ocorreu em sigilo, assim como foi feito com a informação oficial sobre seu estado de saúde durante os dias de internação.
O último boletim médico emitido antes da alta, divulgado no sábado, comunicou que a governante argentina apresentava "boa evolução clínica e imagiológica", mas não informou quando seria liberada.
Os integrantes do Executivo argentino também mantiveram o silêncio e evitaram responder perguntas da imprensa sobre a evolução da presidente. A doença obrigou Cristina Kirchner a adiar a visita da presidente chilena, Michelle Bachelet, a Buenos Aires, marcada para a terça-feira passada.
Ao contrário do ocorrido em internações anteriores, a presidente não recebeu a visita de seus funcionários mais próximos. Cristina, de 61 anos, teve alguns problemas de saúde durante seu segundo e último mandato, que terminará no fim de 2015.
Há três semanas, a chefe de Estado precisou de 48 horas de repouso devido a uma faringite. Em julho, cancelou uma viagem ao Paraguai por causa de uma faringolaringite aguda, que também a impediu de assistir a final da Copa do Mundo entre Argentina e Alemanha no Rio de Janeiro.
Fonte: Época Negócios
Foto: EFE
Este trabalho aconteceu através do Programa Saúde na Escola (PSE), que tem como objetivo principal trabalhar ações preventivas nas escolas, onde cerca de 400 alunos ouviram as profissionais explicarem sobre os cuidados com a alimentação e saúde bucal.
A nutricionista Ana destacou a quantidade de açúcar que contem os refrigerantes, sucos artificiais, achocolatados, balas e chicletes, e ainda alertou sobre a importância de observarem os rótulos destes produtos, para estarem cientes do açúcar que estão consumindo e os danos que isso pode causar, como o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, mau funcionamento do intestino, obesidade, baixa imunidade, e cárie dentaria.
Já a dentista Sara explicou como ocorre a carie e a importância de fazer uma boa higienização bucal, acompanhamento odontológico semestral para evitar o surgimento de caries.
Este trabalho teve como apoio o Comitê Gestor do Programa Irradiando Saúde e da câmara técnica, plantas medicinais e nutrição.
por Fernando Figa
Integracao89.com
A situação nos serviços de saúde do distrito de Minga Porã (Situado no norte do Alto Paraná/Paraguai) segue preocupante. Após várias promessas do diretor de Regiões Sanitárias do Ministério de Saúde do Paraguai, Dr. Carlos Romero, em trazer equipe médica, os habitantes do município continuam à espera de profissionais na área. O intendente municipal, Clementino Portillo, reclamou da falta de resposta do Ministério da Saúde, diante da precária situação que a cidade tem enfrentado.
Segundo Portillo, um dos problemas mais graves é relacionado ás mulheres que estão prestes a dar a luz e precisam se deslocar até Hernandarias, que fica a 100 quilômetros da cidade. O intende também comenta que em algumas ocasiões, os bebês nascem pelo caminho, deixando suas vidas em risco.
De acordo com o jornal paraguaio Vanguardia, em dezembro do ano passado houve a transferência de vários médicos do centro assistencial de Minga Porã para Hernandarias, deixando o município carente de profissionais da saúde. Em várias ocasiões, habitantes do distrito realizaram manifestações, porém, não obtiveram respostas.
Por outro lado, o diretor de Regiões, Carlos Romero, disse que entre os dias 18 e 20 de novembro será realizado o concurso correspondente ás vagas de serviços na cidade de Minga Porã.
Integracao89.com
A situação nos serviços de saúde do distrito de Minga Porã (Situado no norte do Alto Paraná/Paraguai) segue preocupante. Após várias promessas do diretor de Regiões Sanitárias do Ministério de Saúde do Paraguai, Dr. Carlos Romero, em trazer equipe médica, os habitantes do município continuam à espera de profissionais na área. O intendente municipal, Clementino Portillo, reclamou da falta de resposta do Ministério da Saúde, diante da precária situação que a cidade tem enfrentado.
Segundo Portillo, um dos problemas mais graves é relacionado ás mulheres que estão prestes a dar a luz e precisam se deslocar até Hernandarias, que fica a 100 quilômetros da cidade. O intende também comenta que em algumas ocasiões, os bebês nascem pelo caminho, deixando suas vidas em risco.
De acordo com o jornal paraguaio Vanguardia, em dezembro do ano passado houve a transferência de vários médicos do centro assistencial de Minga Porã para Hernandarias, deixando o município carente de profissionais da saúde. Em várias ocasiões, habitantes do distrito realizaram manifestações, porém, não obtiveram respostas.
Por outro lado, o diretor de Regiões, Carlos Romero, disse que entre os dias 18 e 20 de novembro será realizado o concurso correspondente ás vagas de serviços na cidade de Minga Porã.









