Após uma estreia animadora na qual chegou a derrotar a Globo por alguns minutos, o novo “Hoje em Dia” viu sua audiência despencar e luta para reverter o quadro.
De acordo com o “NTV”, o trio de
apresentadores do matinal foi chamado para se reunir com executivos da
alta cúpula da Record para traçar estratégias que possam reconquistar o
público perdido após a mudança.
Formatos internacionais devem ser
adquiridos pela emissora, que deseja turbinar o programa com novos
quadros. Além disso, os apresentadores deverão realizar reportagens nas
ruas, na tentativa de se aproximar do público e dinamizar a atração.
Em alguns momentos, o “Hoje em Dia”
chega a perder para a Band e os números de audiência de sua atual versão
são inferiores aos que vinham sendo registrados pelo programa sob o
comando de Chris Flores, Celso Zucatelli e Edu Guedes.
Fonte: RD1 Audiência
Novidade da grade do SBT em 2014, o “Notícias da Manhã”, lançado em julho, deve receber investimentos este ano.
Uma das ideias que tem ganhado força nos
bastidores da Anhanguera é levar o formato para as afiliadas da
emissora. Segundo o jornal “Agora São Paulo”, Pernambuco e Paraíba serão
os primeiros estados a produzir edições locais do jornalístico.
Enquanto isso, Neila Medeiros continuará
na apresentação da edição nacional do “Notícias da Manhã”, que deve
apresentar algumas novidades a partir de março. A intenção do SBT é
fortalecer a revista eletrônica, que atualmente briga pela
vice-liderança com a Record.
Fonte: RD1 Audiência
Os rumores se confirmaram e Xuxa Meneghel não faz mais parte do quadro de funcionários da Rede Globo. O último contrato da apresentadora com a emissora, que foi assinado no começo de 2014 e tinha duração de um ano, não será renovado, de forma que Xuxa está livre para negociar sua ida para outro canal ou então para se aposentar da telinha.
Os motivos para dispensar a apresentadora seriam os baixos índices de audiência e o fim da programação infantil da Globo no ano que vem, que deve preencher as horas matutinas de sábado com edições especiais de outras atrações.
Fonte: Em Resumo
Conhecido por praticamente todos os brasileiros desde os anos 1960, Silvio Santos completou 84 anos na última sexta (12). Sua vida pessoal é cercada de mistérios até os dias de hoje, e a curiosidade do público a respeito dos hábitos do animador e empresário vem de longa data, desde os anos 1970.
Há quase 40 anos, em 28 de maio de 1975, Silvio Santos foi capa da revista Veja, maior revista de circulação nacional, o que lhe dava um novo status na mídia. A reportagem especial, intitulada O Misterioso Silvio Abravanel, procurou desvendar mitos em torno dele: se era casado, se era careca, entre outras indagações surgidas após material publicado pela revista Melodias, em 1971 (a foto com Silvio Santos careca era uma montagem destinada a "salvar" a revista, dirigida por Plácido Manaia Nunes, criador do Troféu Imprensa).
Naquela época, Silvio ficava no ar, ao vivo, 12 horas e meia por semana (aos domingos, das 11h às 20h, na Globo, e nas noites de quinta, na Tupi). "Há treze anos, num despretensioso programa dominical no horário do meio-dia às 2 da tarde, considerado até então inadequado para qualquer tipo de transmissão, ele começou a mostrar a um número cada vez maior de telespectadores sua indiscutível simpatia pessoal e uma invulgar capacidade de conduzir espetáculos", destacava o texto, citando seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, na TV Paulista.
"Para se
recompor diante das câmeras de TV, que costumam queimar rapidamente seus
ídolos, ele não necessita mais do que um pacote de bolachinhas, alguns
goles de água e, eventualmente, um copo de vitamina. Evita, assim, a
natural desidratação provocada pelo calor das luzes, único desgaste
aparente que o trabalho lhe provoca", afirmava a reportagem, ressaltando
que o animador tinha um cantinho no estúdio onde descansava por poucos
minutos durante os vários quadros do programa.
Mas não pense que Silvio Santos era
totalmente seguro de si. Ele contava com um monitor de televisão no meio
da plateia, onde se exercitava falando para a sua própria imagem,
abstraindo, por alguns momentos, a presença das pessoas do auditório.
"Os programas de auditório vão ser cada
vez mais raros no futuro. Eu preciso me preparar para ter a mesma
naturalidade, a mesma comunicação, sem depender do auditório. Comandar
um programa com auditório para mim é muito fácil. Mas, sempre que falo
só para a câmera, fico rouco, a musculatura do rosto fica tensa. Mas eu
estou aprendendo". Nessa previsão, ele errou. Seu programa levou
multidões aos estúdios nos anos 1980 e 1990 e está no ar até hoje, com
plateia.
Potência econômica
A reportagem também destacou que, quando
falava de suas empresas, o sorriso característico de Silvio Santos já
não explodia tão fácil, sendo mais tenso. "E quando ele finalmente se
refere ao movimento financeiro das empresas, parece absolutamente frio".
Aliás, o Grupo Silvio Santos já era uma
potência e detinha organizações em diversos segmentos, que iam desde o
tradicional carnê de mercadorias do Baú da Felicidade ao ramo
agropecuário no Mato Grosso, faturando, em 1975, 1,2 bilhão de
cruzeiros, mais do que a Embratel, a estatal das telecomunicações.
A reportagem listou como empresas do
Grupo naquela época Silvio Santos S.A. (holding), BF Utilidades
Domésticas S.A., Lojas Tamakavy S.A., Baú Financeira S.A., Estúdio
Silvio Santos Ltda., Baú Seguradora S.A., Vimave Veículos Ltda., Baú
Construtora Ltda., Baú Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários,
Baú S.A. Corretora e Administradora de Seguros, Agropecuária Tamakavy
S.A, Agropecuária Tiaipe S.A., Baú Agropecuária S.A., BF Comércio de
Veículos Ltda., TV Studios Silvio Santos; Baú S.A. Corretora de Câmbio,
Título e Valores Mobiliários e BF Parque Florestal.
O texto trazia números do sucesso do
carnê do Baú, que teve 350 mil unidades vendidas em 1974: "A ideia do
carnê acoplada ao Baú da Felicidade não foi de Silvio Santos. Já havia
sido utilizada antes pela Cestas de Natal Amaral. Além disso, nos
últimos 15 anos foram registradas no Brasil perto de 4.000 empresas do
gênero. A imensa maioria delas sequer chegou a funcionar. Outros grupos
economicamente fortes tentaram, mas se perderam no caminho. Hoje, no
setor de carnês, Silvio Santos é praticamente o único”.
O segredo do sucesso
Qual era o segredo do sucesso
empresarial de Silvio Santos? "Correção, honestidade nos negócios, a
organização, a boa assessoria. Todos os meus negócios não tiveram
problemas porque seguiram esses fundamentos. E os poucos que não tiveram
êxito nós abandonamos", declarou o próprio
.
Naquele momento, sua luta era para
conquistar um canal de televisão, que viria a ser a TVS, canal 11 do Rio
de Janeiro. Brigavam pela concessão, além de Silvio Santos, empresas
como a Bloch Editores, a TV Gazeta de São Paulo e o grupo gaúcho Caldas
Jr., entre outros, de acordo com a Veja.
As revistas especializadas publicavam
apelos de artistas e jornalistas para que o governo desse a concessão ao
animador. A pressão deu certo _o canal entrou no ar dia 14 de maio de
1976 e viria a ser o embrião do SBT, que surgiu em 1981.
O que prometia quando tivesse um canal
de televisão? A resposta: "A minha televisão será diferente de todas as
que existem. Não dependerá de Ibope. Seria mesmo a televisão que o povo e
o governo gostariam de ter no momento", declarou.
Sabemos que essa história não foi bem
assim, principalmente na fase do SBT, mas ninguém pode negar que Silvio
Santos tem um dom: praticamente tudo o que toca vira ouro.
Fonte: Notícias da TV
Prometido para Marcelo Rezende na renovação de seu contrato com a Record, em junho, o talk show do apresentador vai ficar apenas no papel, pelo menos por enquanto. O novo programa do titular do Cidade Alerta não está na grade de programação da Record para 2015. A emissora, contudo, ainda pensa em ter um talk show de fim de noite, mas quer o humorista Fábio Porchat em seu comando.
Nesta semana, executivos da Record sondaram a estrela do grupo Porta dos Fundos. Porchat, porém, já está apalavrado com o SBT para apresentar um programa nas noites de sábado, das 23h à 1h, para concorrer com o Legendários, de Marcos Mion.
A cúpula da Record avalia que Rezende já fica tempo demais no ar com o Cidade Alerta, três horas e 20 minutos por dia. Aumentar essa exposição traria inevitável desgaste.
Segundo profissionais da Record, Marcelo Rezende não está nada satisfeito com o adiamento por tempo indefinido do seu talk show. O programa poderia se transformar uma fonte de receitas com merchandising, outra promessa do novo contrato do apresentador que ainda não foi cumprida pela Record.
As reclamações contra a emissora no ar, frequentes nos últimos dias, seriam manifestações desse descontentamento. No Cidade Alerta de quarta-feira (5), por exemplo, ele foi irônico: "Pra variar, o caiu o sinal", disse duas vezes ao chamar um repórter que cobria a prisão do publicitário Gil Rugai.
Fonte: Notícias da TV








