Socorristas do Siate atenderam nesta tarde (03) uma passageira
ferida dentro do Terminal de Transbordo Leste, no Bairro São Cristóvão,
em Cascavel. A informação inicial é de que ela teria sido atropelada por
um ônibus.
Porém, conforme outros passageiros, a mulher estava parada muito próximo à pista dos coletivos, um dos ônibus entrou e bateu no braço dela.
A mulher teve ferimentos leves e foi encaminhada à UPA Veneza.
Porém, conforme outros passageiros, a mulher estava parada muito próximo à pista dos coletivos, um dos ônibus entrou e bateu no braço dela.
A mulher teve ferimentos leves e foi encaminhada à UPA Veneza.
Fonte: CGN
Cerca de 10 mil motoristas e cobradores da Rede Integrada de Transporte
de Curitiba e Região Metropolitana estão trabalhando com nariz de
palhaço desde o início da manhã desta sexta-feira (23) para protestar
contra os atrasos constantes dos pagamentos da categoria. Na
quarta-feira (21), funcionários da empresa Cristo Rei chegaram a
paralisar as atividades por mais de duas horas para reclamar do atraso
no pagamento do adiantamento. Segundo eles, o valor pago não totalizou
os 40% do salário. O grupo só retornou ao trabalho após a empresa se
comprometer a efetuar o depósito nesta sexta-feira.
Segundo o Sindicato de Motoristas e Cobradores de ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), o mesmo problema ocorre com várias empresas da rede integrada. Caso a situação não seja regularizada até esta sexta, a categoria ameaça iniciar uma greve por tempo indeterminado na segunda-feira (2). Atualmente, os salários de cobradores e motoristas de ônibus são, respectivamente: R$ 1028,11 e R$ 1814,94.
O Sindicato das Empresas de Transporte Urbano e Metropolitano de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) informou que o atraso nos pagamentos ocorre por conta de um impasse entre a Urbanização de Curitiba (Urbs) e a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec). Até quinta-feira (23), a dívida do repasse que deve ser feito às empresas somava R$ 17 milhões.
Segundo o Sindicato de Motoristas e Cobradores de ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), o mesmo problema ocorre com várias empresas da rede integrada. Caso a situação não seja regularizada até esta sexta, a categoria ameaça iniciar uma greve por tempo indeterminado na segunda-feira (2). Atualmente, os salários de cobradores e motoristas de ônibus são, respectivamente: R$ 1028,11 e R$ 1814,94.
O Sindicato das Empresas de Transporte Urbano e Metropolitano de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) informou que o atraso nos pagamentos ocorre por conta de um impasse entre a Urbanização de Curitiba (Urbs) e a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec). Até quinta-feira (23), a dívida do repasse que deve ser feito às empresas somava R$ 17 milhões.
Fonte: G1 Paraná
Os cerca de 100 mil usuários do transporte público de Cascavel, no oeste do Paraná, enfrentam nesta quarta-feira (21) o segundo dia de greve do setor. Motoristas e cobradores voltaram a paralisar as atividades na terça-feira (20) e esperam restabelecer o serviço ainda à tarde, caso seja fechado um acordo durante a audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-PR), marcada para às 14h, em Curitiba. Se não houver entendimento, a decisão sobre o aumento do salário reivindicado pelos trabalhadores caberá à Justiça.
Desde o início da paralisação, nenhum ônibus saiu das garagens, o que contraria a liminar da Justiça, que determina que 75% dos ônibus devem circular em horários de pico e 55% nos demais horários. Transporte alternativo cadastrado pela prefeitura tem evitado ainda mais transtornos aos usuários.
A categoria pede, entre outros, aumento salarial de 12%, enquanto as duas empresas responsáveis pelo serviço na cidade oferecem aumento de 7,33% e reajuste no valor da cesta básica, que passaria de R$ 150 para R$ 170, proposta não aceita pelos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Cascavel (Sinttracovel).
Na quinta-feira (15), o transporte havia sido novamente paralisado e as catracas liberadas para os usuários. A greve estava suspensa desde dezembro, depois de a Justiça ordenar a manutenção do serviço nos horários de maior demanda. As negociações continuaram, porém não houve acordo. Conforme as empresas responsáveis pelo serviço, o reajuste pedido pelos trabalhadores é inviável e se fosse aceito resultaria em um aumento direto na passagem do transporte público.
Outras paralisações
Desde novembro os trabalhadores do transporte público de Cascavel vêm paralisando os trabalhos. No dia 28 de novembro, 13 linhas foram prejudicadas com a paralisação dos motoristas dos “micrões” – ônibus menores do que os convencionais, mas que têm capacidade para 70 passageiros. Os “micrões” estão sem circular desde então e os ônibus convencionais foram remanejados para atender as linhas afetadas.
Já no dia 23 de dezembro uma nova greve foi iniciada, mas no mesmo dia o sindicato decidiu suspender o protesto em função das festas de fim de ano e da determinação da Justiça.
No dia oito de janeiro, mais uma paralisação afetou os usuários do transporte coletivo. O protesto foi feito em apoio aos funcionários que tiveram os dias de trabalho descontados ou não receberam os salários de dezembro. Na data, os motoristas dos ônibus convencionais pararam no Terminal de Transporte Urbano Sul e houve confusão com os passageiros que aguardavam no local. Equipes da PM tiveram que controlar a situação. No mesmo dia os veículos voltaram a circular.
Fonte: G1 Paraná
Após Assembleia realizada no último dia (5), o Sindicato dos trabalhadores do Transporte de Foz do Iguaçu, anunciou que novamente irão cruzar os braços nesta quarta-feira (12). A nova paralisação, ainda não tem tempo definido.
A categoria reivindica a redução da jornada de trabalho de sete para seis horas, a equiparação da cesta básica entre motorista e cobrador, além do retorno dos cobradores aos micro-ônibus da cidade.
Na última quarta-feira (5), centenas de usuários do transporte foram pegos de surpresa. Os trabalhadores do transporte urbano pararam os trabalhos no período da manhã, retornaram no almoço, interromperam à tarde e enfim, funcionaram normalmente no período de rush.
A categoria reivindica a redução da jornada de trabalho de sete para seis horas, a equiparação da cesta básica entre motorista e cobrador, além do retorno dos cobradores aos micro-ônibus da cidade.
Na última quarta-feira (5), centenas de usuários do transporte foram pegos de surpresa. Os trabalhadores do transporte urbano pararam os trabalhos no período da manhã, retornaram no almoço, interromperam à tarde e enfim, funcionaram normalmente no período de rush.
Fonte: Click Fox
Os habitantes da região de Puerto Indio, distrito de Mbaracayú, no Paraguai, reivindicam um asfaltamento de um trecho de 60 quilômetros, que liga a supercarretera com o Lago de Itaipu.Neste setor estão instalados os escritórios de Aduanas e Migrações e funciona o serviço de balsas, principalmente para o transporte de grãos produzidos nos distritos da zona norte do Alto Paraná, parte de Canindeyú e parte de Caaguazú.
O projeto para o asfalto ou pavimentação vem sendo apresentado há mais de 15 anos e ainda não foi atendido pelas autoridades, segundo informa o atual intendente da comunidade, Edir Lermer.
Durante o governo de Nicanor Duarte Frutos for feito com um acordo com o município brasileiro vizinho, Santa Helena, que encarregou da elaboração do projeto executivo para as obras, com um custo de 500 mil reais (aproximadamente 950 milhões de guaranis).
No entanto, não houve avanço durante o mandato de Fernando Lugo. Com a lei 4360, foi autorizada a realização de obras viais neste trecho e também no trecho Naranjal-San Cristóbal pelo sistema de concessão.
Somente em Mbaracayú os trabalhos teriam um custo de 35 milhões de dólares e segundo Lermer, o então presidente Lugo expressou que o custo era muito elevado.
Quando Federico Franco assumiu a presidência do Paraguai, solicitou um novo projeto executivo para a pavimentação da estrada. O documento técnico custou 400 milhões de guaranis e foi pago por colonos da região. Com a nova mudança de governo, o projeto novamente ficou parado.









